Desvendar os mistérios da mente humana levou o psiquiatra suíço Carl Gustav Jung a uma jornada ímpar pelas paisagens oníricas do inconsciente. O resultado dessa expedição foi O LIVRO VERMELHO (“Liber Novus”), manuscrito com rica simbologia, onde Jung imerge no universo dos arquétipos. Escrito entre 1914 e 1930, durante um período de intensa autoanálise, O LIVRO VERMELHO é uma obra complexa e fascinante. Com textos caligrafados e ilustrações do próprio autor, o livro mergulha em mitos, religiões e alquimia, apresentando figuras como o “Velho Sábio” e a “Anima”, símbolos de aspectos da psique humana. Por décadas, O LIVRO VERMELHO permaneceu restrito a círculos acadêmicos, despertando curiosidade e fascínio. A publicação completa da obra em 2009 permitiu que o público geral explorasse o legado do psiquiatra suíço. A importância do LIVRO VERMELHO transcende o campo da psicologia. A obra oferece elementos da jornada de Jung no processo de individuação, com a formação da personalidade integral. A publicação do livro despertou discussões acerca de sua beleza e profundidade. O “LIVRO VERMELHO” é tema de palestras e análises acerca do olhar do psiquiatra acerca da natureza humana.
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